Daily Archives: 23/06/2016

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Praias

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“O paraíso é aqui!”, essa foi a frase de Américo Vespúcio ao chegar a Fernando de Noronha em 1503. Com águas claras e quase sem nenhuma interferência humana as praias do arquipélago, dentre as mais belas do mundo, reafirmam a frase de Vespúcio a cada dia.

  • Mar de Dentro:
  • Mar de Fora
    • Baía Sueste
    • Buraco da Raquel
    • Enseada da Caeira
    • Ponta da Air France
    • Ponta das Caracas
    • Praia do Leão
    • Praia de Atalaia
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Passeios e Mergulhos

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O arquipélago e Fernando de Noronha oferece a seus turistas uma variada gama de atividades ao ar livre. Com passeios de barco, e trilhas explora-se toda a superfície da ilha. Você pode nadar nas águas claras que circundam a ilha ao lado de belas criaturas marinhas, e conhecer as cadeias de montanhas submersas.

  • Caminhada Histórica
  • Ilhatur
  • Mergulho Autônomo
  • Mergulho Livre
  • Mirante dos Golfinhos
  • Passeio de barco
  • Passeio de barco com entardecer
  • Planasub
  • Trilha Atalaia
  • Trilha Golfinho
  • Trilha Leão
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Pontos Históricos

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Fernando de Noronha é repleto de pontos históricos muito bem conservados.
Faça uma viagem no tempo e explore o passado dessa ilha.

  • Forte de Nossa Senhora dos Remédios
  • Forte do Boldró
  • Fortim da Praia da Atalaia
  • Igreja de Nossa Senhora dos Remédios
  • Morro Dois Irmãos
  • Palácio de São Miguel
  • Reduto de Nossa Senhora da Conceição
  • Reduto de Santa Cruz do Morro do Pico
  • Reduto de Santana
  • Reduto de Santo Antônio
  • Reduto de São João Batista
  • Reduto de São Joaquim
  • Reduto de São José do Morro
  • Reduto de São Pedro da Praia do Boldró
  • Reduto do Bom Jesus
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Vila dos Remédios

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O atual centro comercial de Fernando de Noronha tem seu nome originado da Fortaleza Nossa Senhora dos Remédios, construída em torno de 1629 pelos holandeses que ocuparam a ilha por 25 anos. Antes da chegada dos novos colonizadores, a ilha estava inabitada por aproximadamente dois séculos.

Sua localização foi escolhida estrategicamente, não só pela proximidade do Riacho Mungulu, e o fácil acesso à Enseada do Cachorro, mas também porque não deveria ser vista do mar, camuflando-se na paisagem do arquipélago. Aos poucos a vila foi concentrando o poder civil e religioso de Noronha, e com o passar dos anos se tornou o polo comercial, e atrativo da ilha.

A conservação urbana da vila manteve-se quase intacta até a II Guerra Mundial, quando a ilha foi ocupada servindo de base militar avançada.

A Vila dos Remédios conta com alguns Patrimônios Edificados, como a Bica da Praia do Cachorro, os Antigos Armazéns de Produtos Agrícolas e Cereais. Ótimos pontos de visitação para que aprecia edificações históricas.

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Selo Comemorativo

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Para homenagear os 500 anos de colonização da ilha, comemorado no dia 10 de agosto de 2003, foi criado um bloco de selos comemorativos pelos Correios. Com triagem limitada de 400 mil exemplares, o selo Golfinhos do Brasil apresenta um tema ecológico, retratando os golfinhos rotadores, um dos principais símbolos de Noronha. A arte do selo foi feita pelo artista plástico Alan Magalhães, e a popularidade do selo foi tanta que acabou representando o Brasil na Exposição Internacional de Selos de Bangkok.

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Histórico da Ilha

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O arquipélago de Fernando de Noronha sempre esteve na rota de navegação das grandes expedições navais do século 16. Em 1503 Américo Vespúcio, em sua segunda expedição ao Brasil à procura de pau-brasil, aportou no conjunto de ilhas que chamou de São Lourenço.

A expedição de Vespúcio foi patrocinada por um fidalgo português chamado Fernão de Noronha, que receberia do governo Português as terras do arquipélago como uma Capitania Hereditária, a primeira do Brasil, recebendo o nome de seu donatário.

Abandonada por Loronha, que nunca chegou a por os pés na ilha, a capitania foi ocupada por holandeses no século 17 e franceses no século seguinte. Cansados das ocupações, Portugal decidiu colonizar de vez o local. Nesse período lusitano Fernando de Noronha serviu tanto de hospital quanto de presídio para presos sentenciados a longas datas.

A grande biodiversidade de Fernando de Noronha sempre chamou a atenção de cientistas e biólogos do mundo. Até o ilustre Charles Darwin visitou a ilha em 1832. Hoje o arquipélago abriga o Projeto TAMAR, e o Parque Nacional Marinho de Noronha, contribuem para a preservação da fauna e flora do local. Para assegurar essa proteção ao ecossistema da ilha, todo visitante ao chegar deve pagar a Taxa de Preservação Ambiental que varia de acordo com o seu tempo de permanência no arquipélago, 1 dia custa R$64,25. A taxa também pode ser paga previamente pela internet.

Arquipélago de Fernando de Noronha pertence ao estado de Pernambuco, estando a 545 quilômetros de Recife. Com 21 ilhas e uma área total de 26km² e aproximadamente 3 mil habitantes, a ilha é considerado Patrimônio Mundial Natural, título concedido em 2001 pela UNESCO, por isso o estilo de vida adotado pelos moradores da ilha é majoritariamente eco sustentável.

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Brasão

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A origem do brasão da ilha vem de seu donatário na época das capitanias hereditárias. Fernão (ou Fernan) de Loronha que nasceu por volta de 1470 em Portugal, e era um dos nomes de maior destaque entre os mercadores que assinaram um “contrato de arrendamento” do Brasil com o Rei D. Manoel, determinando as condições para a exploração comercial na nova colônia portuguesa. Foi ele, como membro mais importante da sociedade lusitana da época, que financiou a expedição de Américo Vespúcio de 1503. Por isso, recebeu a ilha descoberta nessa viagem, tornando-se o 1º donatário em terras de Capitanias Hereditárias no Brasil. Mesmo nunca tendo vindo tomar posse de sua propriedade, o território continuou pertencendo aos seus descendentes.

Com o tempo e os diferentes registros do seu nome, em mapas e escritos, alterando a grafia de modo que Fernan de Loronha virou Fernando de Noronha.

Em 1506 Loronha foi proibido por Dom Manoel de usar na sua capitânia o brasão de sua família de descendência britânica. Contudo, em 1524 Dom João II o fez “fidalgo de cota d’armas” e deu-lhe um brasão especial, mais requintado do que o brasão inglês de família.

Fonte: www.noronha.pe.gov.br

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Hino

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O hino do Arquipélago de Fernando de Noronha foi criado por Gercy Teles de Menezes, coronel reformado do Exército, que serviu em Fernando de Noronha como intérprete dos americanos do Posto de Observação de Teleguiados, entre 1957 e 1965. A bela melodia que compôs era – originalmente – uma valsa: “Saudades de Noronha”, e foi adaptada para dobrado pelo musicista pernambucano Laffayte Lopes e gravada em compacto, na extinta Fábrica de Discos Rozemblit, do Recife / PE, com a Banda e o Orfeão da Polícia Militar de Pernambuco e solo do Cel. PM Leogivildo Maranhão.

 

Hino de Fernando de Noronha:
Entre ondas bravias, azuis
Sob um céu sempre cheio de luz,
Há um pedaço da minha terra,
Esta ilha, que a todos seduz.
Brancas praias, rochedos, luar
E o Pico, altaneiro, sem par,
Fernando de Noronha é um sonho
Do qual ninguém quer despertar.

Quem já viu qualquer coisa mais bela
Que os abismos do Sancho e Sapata,
Italcable, Cacimba do Padre
E o mar, espumando na Rata?
Atalaia, baía Sueste,
E, no mastro do forte, a bandeira,
São cenários que nunca se esquece,
São lembranças para a vida inteira!

 

Link: https://www.youtube.com/watch?v=GIxdvBk16-U

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Bandeira

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A bandeira de Fernando de Noronha se assemelha a bandeira nacional. Com um losango branco no centro de um retângulo azul, onde dentro do losango temos um brasão representando a ilha através de uma das pedras de mais destaque do arquipélago, e dois golfinhos rotadores, animal símbolo de Noronha.